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Emily e o Pacto Mortífero

SPRGS
Publicado por em Eventos · 29 Março 2022


Ponto de vista
Emily e o Pacto Mortífero

Com
Paulo Ferraz
Coordenadora da mesa  Raquel Dickel. Debatedora  Maria Aparecida Brígido.

13 de abril | quarta-feira | 19h30 às 21h30
Evento gratuito, on-line - acesso pela plataforma Sympla/Zoom
(check-in 15 minutos antes do horário de início através do Sympla*)
Organização: Núcleo São Leopoldo

Inscrições exclusivamente pelo Sympla: www.sympla.com.br/sprgs
(encerradas 30 min antes do horário do evento ou quando esgotarem-se as vagas)

Certificado aos participantes
Carga horária: 2 horas
Eixo Temático: psicanálise e literatura.

Informações pelo atendimento on-line da secretaria:
secretaria@sprgs.org.br ou whatsapp 51-99527-3920 (em horário comercial)

A escrita do cotidiano clínico promove ao leitor e aos ouvintes possibilidades de vestir, mesmo que com intensidades diferentes, a pele do analista e a do analisando. Isso pode contribuir para que as dimensões da escuta se ampliem e capturem os infrassons da transferência, por exemplo.

Objetivo: transmitir e debater as experiências clínicas por intermédio da escrita.
Resumo: como os demais conceitos, o de pulsão de morte nunca será apresentado em estado puro. Estará sempre entremeado à pluralidade das manifestações presentes no campo analítico. O masoquismo erógeno, o sentimento de culpa, a necessidade punição, o supereu melancólico ou cruel, o narcisismo de morte são os seus corolários ou estandartes. Só os conhecemos a partir dos derivados do inconsciente.
Infusas em lutos jamais elaborados, em angústias catastróficas e irrepresentáveis, as estruturas narcisistas e fronteiriças, as neuroses graves e as de caráter são emblemas do terror sem nome e da morte psíquica. A todo tempo, em diferentes dinâmicas, a psicopatologia nos apresenta as facetas de Eros e de Thanatos.
As negociações entre as instâncias psíquicas com a pulsão de morte desviam, na melhor das hipóteses, a agressividade e a inveja para o objeto que, pelas identificações projetivas, passa a ser mau ou até mesmo bizarro.
É claro que, em meio a tudo isso, a pulsão de morte contém o elemento disruptivo que pode ou não, dependendo das intensidades, promover transformações. Em diálogo com diferentes autores, compartilharei o meu manejo das descargas e das dores de Emily.

- Paulo Ferraz: Psicanalista (CEPdePA). Psicólogo. Mestre em Psicologia Social e Institucional (UFRGS). Especialista em Psicoterapia Psicanalítica (ESIPP). Professor. Coordenador da Oficina de produção psicanalítica e literária (SPRGS). Membro e fundador da Academia de Psicólogos e Escritores da América Latina (APEAL). Membro efetivo da Academia de Letras do Brasil (ALB). Membro efetivo da academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves. Membro da Academia de Letras dos municípios do Rio Grande do Sul (ALMURS). Membro honorário da AJEB.

- Maria Aparecido da Silveira Brígido: Psicanalista. Mestre em Psicologia Cínica (Instituto Superior Miguel Torga, Coimbra, Portugal). Mestre em Psicologia Clínica (USP). Coordenadora do Bacharelado em Psicologia na Faculdade Dom Bosco. Sócia da Sociedade de Psicologia RS. Docente e supervisora do Espaço Criar Formação em Psicanálise. Membro do Círculo Fenomenológico da Vida e da Clínica (USP). Pesquisadora de Grupo de Pesquisa das Faculdades EST.



*Acesso através do e-mail de confirmação da inscrição ou através de conta gratuita no Sympla (com mesmo e-mail de login da inscrição). Necessita app Zoom instalado.

*Check-in na sala 15 min. antes do início da atividade, através do Sympla. Veja como acessar.




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