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Convidamos a todos para participarem conosco do evento: Comunicação Não-Violenta: uma ferramenta necessária na atualidade.
Tem-se avaliado uma crescente lógica dicotômica em relação a posicionamentos envolvendo questões da atualidade. Verifica-se que a polarização de pensamentos, além de estar cada vez mais presente, também enseja uma postura mais combativa e menos receptiva ao diálogo, gerando entraves à comunicação e desgaste nas relações.
Assim, a partir da premissa de que nos tempos atuais as pessoas estão tendo dificuldades em se comunicar e que há necessidade de se promover o diálogo como uma forma saudável de interação e aproximação das pessoas, pondera-se sobre a importância do psicólogo estar familiarizado com a Comunicação Não Violenta, seja para utilizá-la como ferramenta de trabalho, humanizando o espaço da clínica, e/ou para auxiliar no desenvolvimento de habilidades de comunicação dos pacientes.
Gostaríamos que todos que tiverem interesse em aprender um pouco mais sobre a CNV, participem do nosso evento, em que teremos a participação da palestrante Kellin Mello.
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E se no post de hoje nós fizessemos um quiz sobre mitos e verdades da comunicação não-violenta, vocês saberiam responder algumas das dúvidas que são frequentes a respeito do assunto?
 1°: "Comunicação não-violenta" e "Comunicação não-verbal" é a mesma coisa?
 2°: Na comunicação não-violenta precisamos separar a observação da avaliação?
 3°: Colocar em prática a comunicação não-violenta não significa se expressar de maneira passiva, mas de expressar o que se sente de forma autêntica.
Pra ter as respostas veja as imagens.
Nos contem nos comentários em nossas redes sociais, quantas perguntas vocês acertaram! E no dia 01/10 teremos um evento para falarmos um pouco mais sobre a CNV, já marquem na agenda.
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Você ficou curioso para saber como podemos identificar na prática se a nossa forma de comunicação está sendo não violenta? Então hoje trouxemos exemplos!
Nas imagens acima é possível acompanhar diálogos que ocorrem de acordo com as características da comunicação não-violenta e outra sem ela.

Todos esses exemplos foram retirados do canal do YouTube: Diálogos Corajosos (@dialogoscorajosos). Indicamos esse canal para acompanhar demais exemplos e explicações sobre a comunicação não-violenta.
Agora nos conta, o que você achou dos exemplos? Já percebeu algum deles acontecendo na sua vida?
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Dando continuidade ao assunto abordado semana passada, hoje vamos falar um pouco sobre os quatro componentes da Comunicação não-violenta.

De acordo com Marshall, para que a CNV ocorra de forma adequada, é necessário que os praticantes se concentrem em quatro componentes:
(leia abaixo)
  1. Observação: O primeiro passo é observar o que realmente está acontecendo na situação e, através disso, fazer uma análise de como essa comunicação (verbal ou não) está sendo recebida, se de fato tem algo positivo por trás. Essa observação deve ser feita sem nenhum julgamento, é apenas para compreender a visão do outro a respeito.
  2. Sentimento:  Após a compreensão do que foi observado, é necessário entender e nomear quais sentimentos foram despertados no momento, como por exemplo "felicidade, raiva, medo...".
  3. Necessidade: Quando observamos e entendemos o que foi despertado, precisamos entender quais necessidades estão ligadas a esse sentimento que foi despertado. Marshall ressalta que, quando expressamos nossas necessidades, há uma maior possibilidade de que elas sejam atendidas.
  4. Pedido: Por fim, após seguirmos os três passos já citados, podemos esclarecer o que queremos e esperamos do outro componente. Sempre que possível, comunicar o pedido de forma positiva ou afirmativa, evitando frases vagas ou ambíguas.
Podemos ver abaixo um exemplo simples de como aplicar a CNV.
"Leo, quando você faz piada de mim na frente dos nossos colegas (observação) eu me sinto diminuída (sentimento) e eu preciso me sentir segura (necessidade) para poder fazer o meu trabalho de forma correta. Você poderia parar com esse tipo de atitude? (pedido)."
Para quem tiver interesse em mais detalhes sobre o assunto, indicamos a leitura do livro que utilizamos como fonte: "Comunicação não-violenta" escrito pelo psicólogo Marshall Bertram Rosenberg.
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Iniciamos o nosso terceiro ciclo de estudos de 2022 com o tema: Comunicação não-violenta!
A Comunicação não-violenta é uma abordagem da comunicação desenvolvida pelo psicólogo Marshall Rosenberg, inspirado nas ações de grandes líderes como Martin Luther King Jr e Gandhi.
A Comunicação Não-Violenta (CNV) representa habilidades de comunicação verbal (escrita ou falada) e não verbal (gestos, expressões faciais ou corporais, imagens ou códigos) que buscam criar compaixão e empatia para fortalecer as conexões humanas.
A CNV propõe 4 focos de atenção para orientar a nossa comunicação. Quando nos comunicamos a partir desses 4 focos de atenção, também conhecidos como 4 componentes da CNV, aumentamos as chances de sermos compreendidos pelas outras pessoas e nos tornamos mais aptos a compreender o que está por trás das palavras que elas dizem.
Vamos apresentar esses 4 focos e demais especificidades da CNV nos próximos posts da L.E.R. Nos acompanhe para estudar conosco sobre essa temática!
Fontes: - INSTITUTO CNV BRASIL. Disponível em: https:///single-post/comunicação-não-violenta-cnv-o-que-é-e-como-praticar.
- ROSENBERG, Marshall B. Comunicação não-violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. São Paulo: Ágora, 2006.
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Nesse novo semestre de 2022/2 a L.E.R. está com um grande time! Contamos com novos membros ligantes bem como novos estagiários da SPRGS.
Que seja um semestre de grandes produções coletivas na Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS!

Vamos conhecer um pouquinho mais da nova formação?

Confira, abaixo.


Coordenação Geral:
- Mercedes Strider - Psicóloga clínica, graduada pela ULBRA/Guaíba;
- Tiago Ribeiro - Psicólogo clínico, graduado pela ULBRA/Guaíba.
Comissão Administrativa:
- Tatiana da Silva de Souza - Estudante de Psicologia do 8º semestre na UniRitter e Coordenadora da Comissão Administrativa;
- Anelise Machado Folharini - Estagiária da SPRGS, estudante de Psicologia do 7º semestre na Cesuca;
- Bruna Barros de Aguiar - Psicóloga clínica, graduada pela UFRGS.
Comissão Comunicação:
- Emanuelle da Rosa Fagundes - Psicóloga clínica, graduada pela Unisinos e Coordenadora da Comissão de Comunicação;
- Bianca Silveira Zanuzo - Estudante de psicologia do 9° semestre da Cesuca;
- Júlia Vieira de Castro - Estagiária da SPRGS, estudante de psicologia do 8° semestre da Uniritter;
- Maria Fernanda Ribeiro dos Passos- Estagiária da SPRGS, estudante de psicologia do 8º semestre da IMED.
Comissão de Extensão:
- Alice Touguinha Weidle - Psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e Coordenadora da Comissão de Extensão;
- Ana Luiza Machado Cardoso - Estudante  de psicologia do 4º semestre da IMED;
- Márcia Valéria De Freitas Gonçalves - Estagiário da SPRGS, estudante de psicologia do 8º semestre da IMED;
- Marcela Nascimentos Prestes - Estudante  de psicologia do 7º semestre da IMED.
Comissão de Produção científica:
- Amanda de Moura Mendonça -  Estudante de psicologia do 4º semestre da UTP;
- Eduarda Lauryn Manoel Soares - Psicóloga Clínica, graduada pela PUCRS;
Nessa primeira semana de agosto, tivemos o prazer de receber os novos ligantes, selecionados nesse semestre para integrar a nossa equipe!

Desejamos as boas-vindas a vocês: Amanda Mendonça, Ana Luiza Cardoso, Anelise Folharini, Bianca Zanuzo, Bruna Aguiar, Eduarda Soares, Júlia Castro, Luis Ismael dos Santos, Marcela Prestes, Márcia Martins, Maria Fernanda Passos.

Esperamos que seja um semestre de muitas trocas de conhecimentos e afetos!


Na sexta-feira, dia 15/jul, realizamos o evento "Crianças e adolescentes trans: desmistificando a clínica" com a presença da palestrante Ítala Chinazzo.
Foi uma noite de muito aprendizado, onde discutimos as especificidades e estratégias para o acolhimento e atendimento clínico de crianças e adolescentes trans e suas famílias.

Agradecemos a quem esteve presente e a disponibilidade de nossa palestrante em compor esse momento com a gente!

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Para comemorar a finalização desse trimestre de estudos, trazemos em nosso último post sobre o tema a recomendação de três livros que trazem a questão da transgeneridade na infância como tema.

Confira, abaixo.


- "Crianças Trans: infâncias possíveis" é um livro que discute a transgeneridade a partir da experiência da própria autora como uma pessoa trans, discutindo sobre as possibilidades que se apresentam nessa fase do desenvolvimento e de construção de identidade, sem trazer um conceito fechado, mas pensando sobre as diversidades de existência que se apresentam e como funcionam as instituições que buscam normatizar a vivência das pessoas durante seu desenvolvimento.
- "Transgeneridade Infantil para além do binarismo: políticas públicas de inclusão das crianças Trans no Brasil" já traz uma perspectiva sobre o tema a partir dos conceitos de binarismo e sexualidade, articulando isto com as políticas públicas e a necessidade e responsabilidade em garantir constitucionalmente políticas públicas para a garantia dos direitos e da dignidade das pessoas trans, tratando sobre políticas de inclusão de crianças trans nos espaços onde estas circulam.
- Em "Crianças em Dissidências: narrativas desobedientes da infância", são trazidas narrativas diversas sobre as dissidências ocorridas na infância, a partir de uma perspectiva de acolhimento e não normatização desses comportamentos tidos como dissidentes, daí o aspecto de “desobediência” trazido na narrativa. Coloca em pauta o que se tem hoje como norma em espaços onde as crianças circulam e como estas são atravessadas por inúmeras práticas normativas que inviabilizam a construção de uma identidade livre e singular.
Desejamos boa leitura a todas, todes e todos!
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Está chegando mais um evento da L.E.R.!
Para celebrar a finalização de mais um trimestre de estudos da Liga, anunciamos nosso evento de encerramento "Crianças e adolescentes trans: desmistificando a clínica".
No último trimestre, estudamos sobre como abordar as questões de diversidade de gênero na clínica com crianças e adolescentes trans e agora traremos uma convidada para contribuir conosco em nosso evento e encerrar este período de estudos com chave de ouro.
Convidada:
- Ítala Raymundo Chinazzo (CRP 07/21722).

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As inscrições para o processo seletivo da L.E.R. de 2022/2 estão abertas!

Nosso espaço é composto por estudantes de qualquer semestre e recém-formados/as com até 2 anos de formação.
Venha compor esse espaço coletivo de discussão e produção de conhecimento em Psicologia!
Para realizar tua inscrição envie:
- Currículo; e
- Carta de apresentação breve.
Para: secretaria@sprgs.org.br

As inscrições vão até dia 08/07/2022!
  Essa semana o nosso grupo teve a presença da Psicóloga Jéssica Cattelan. A convidada atua como corpo clínico do NAPSE - Núcleo de Atendimento e Promoção de Saúde em Sexualidade e Gênero, e do Rainbow - 1ª Iniciativa de Psicologia voltada à comunidade LGBTQI+.
  Ao escutarmos sobre a sua prática com atendimento à crianças trans e suas famílias, pudemos aprender e refletir sobre as potencialidades e limitações da nossa atuação.
 Jéssica trouxe relatos clínicos que oportunizaram uma troca de reflexões e experiências que qualificam a nossa prática.
  Foi importante pensarmos juntos sobre o nosso papel enquanto Psicólogos diante de uma população constantemente marginalizada e discriminada.
  A L.E.R. agradece a presença da convidada e pelas suas falas potentes que visam o cuidado e atenção à população trans e suas famílias.
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  Essa semana trazemos a diferença entre os termos trans e travesti.
  É comum que muitas pessoas questionem quais as diferenças entre estes termos, ou assumam que a escolha da definição tenha relação com o procedimento de redesignação sexual, sendo como um "antes" ou "depois" do processo de transição.
  Porém, nenhum dos termos tem relação com este procedimento ou qualquer outra mudança estética do processo de transição, mas dependem mais da identificação das pessoas que os utilizam.
  A única diferença real entre os termos é a questão da abrangência, onde uma identidade trans representa tanto identidades femininas ou masculinas, enquanto uma identidade travesti representa uma figura feminina.
  Na dúvida sobre como uma pessoa se identifica, pergunte!
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  Seguindo a proposta de trazer conceitos relacionados à Diversidade Sexual e de Gênero, trazemos termos que por vezes não são claramente compreendidos.
  Assim, apresentamos essa semana a diferença de sexo biológico e sexo designado ao nascer. Se entende que essas definições ajudam a compreender o que são os papéis de gênero.
  Buscamos que os nossos cards sejam de cunho informativo e educativo, visando que as pessoas tenham acesso à essas informações de forma clara e objetiva. E que dessa forma consigamos defender os direitos de minorias e combater a discriminação.
  Para quem se interessar em se informar sobre outros conceitos, indicamos a leitura do Manual de Comunicação LGBTI+, produzido pela Aliança Nacional LGBTI. Disponível em: http://labds.eci.ufmg.br:8080/bitstream/123456789/92/1/01.%20Manual%20de%20comincação%20LGBT%20%2b%20Autor%20Grupo%20Dignidade.pdf
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  Sabemos que temas relacionados à Diversidade Sexual e de Gênero muitas vezes podem causar confusão em relação aos seus termos e definições.
  Tendo isso em mente, essa semana trouxemos a definição de alguns conceitos básicos referentes à Diversidade de Gênero, buscando facilitar o entendimento sobre o tema.
  Acreditamos que a informação é uma medida para combater o preconceito e as violências perpetradas contra grupos diversos, por este motivo, deixamos aqui também as fontes utilizadas na produção do card, duas cartilhas bem legais e informativas!
- Diversidade Sexual e Cidadania LGBT - Governo do Estado de São Paulo - 2018: https://justica.sp.gov.br/.../Cartilha-3a-Edi%C3%A7%C3...
- Orientações sobre identidade de gênero: conceitos e termos - Jaqueline Gomes de Jesus: https://www.diversidadesexual.com.br/.../G%C3%8ANERO...
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  Essa semana trazemos informações importantes referente ao acesso à saúde pela população trans.
  Atualmente, há duas portarias do Ministério da Saúde que regulamentam tanto a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, como o Processo Transexualizador no SUS, definindo diretrizes para o atendimento dessa população de forma integral e sem foco específico em processos normativos.
  Essas duas portarias são um grande passo na garantia de direitos desta população, que ainda enfrenta muitos empecilhos no acesso à saúde (seja por despreparo das equipes técnicas, seja por preconceitos) e busca garantir o acesso a um tratamento mais humanizado nos serviços de saúde.
  O investimento em formações para equipes de saúde é algo que auxilia muito que a atenção básica em saúde seja garantida de forma plena para as pessoas trans.
  Ainda assim, com os desafios da prática, há alguns serviços especializados que trazemos listados acima.
  Fontes:  - Portaria nº 2836, de 01/12/2011 - https://bvsms.saude.gov.br/.../2011/prt2836_01_12_2011.html
- Matéria GZH: serviços de saúde para atendimento específico à transexuais - https://gauchazh.clicrbs.com.br/.../rs-tem-13-servicos-de...
  Nesta semana, falaremos um pouco sobre empregabilidade da população trans. Estamos em um momento econômico onde a inserção no mercado de trabalho exige cada vez mais qualificação. Essa característica do mercado atual é um desafio para a grande maioria dos trabalhadores, em especial minorias diversas, por inúmeros motivos.
  A população trans, especialmente, enfrenta algumas dificuldades na inserção no mercado de trabalho formal, em razão de escolaridade, preconceito, falta de qualificação formal ou em razão de oportunidades excludentes.
  Muitos jovens trans não conseguem concluir seus estudos na educação básica. Os que conseguem, encontram dificuldades em se inserir no ensino superior. E dessa forma, não conseguem se qualificar para ter oportunidades no mercado de trabalho. Quando conseguem se inserir no mundo laboral, continuam sofrendo preconceitos e discriminações.
  Mesmo nesse contexto adverso, há espaços destinados a promover oportunidades para que a população trans se desenvolva tanto na educação básica, quanto no próprio mercado de trabalho.
  Trazemos como sugestão os perfis @transenempoa, que oferta cursos preparatórios para ENEM e vestibular para a população LGBTQI+, o @redetransbrasil, que vem promovendo nas últimas semanas discussões em lives sobre parcerias e iniciativas para empregabilidade trans, a @transempregos, plataforma de divulgação de oportunidades para pessoas trans, que atua no Brasil inteiro e o @projetotranspor, que oferece consultoria profissional gratuita exclusiva para profissionais trans!
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Você já parou para pensar qual o papel da Psicologia no processo de Transição de Gênero?

Sabemos que o processo de transição de uma pessoa trans é algo constante enquanto se tem vida e único a cada pessoa e situação. Dessa forma, a transição pode afetar não só sua realidade, como também a de sua família como um todo. E isso acontece por diversos motivos.

Continue lendo, abaixo:
  Um deles se relaciona com a estrutura rígida na compreensão dos papéis de gênero, pois é algo que atravessa nossa socialização, e a falta de informações sobre o processo e seus significados afeta muito as relações familiares. Isso acontece por falta de compreensão ou preconceito. E também exige que os familiares repensem seus próprios papéis de gênero e suas identidades.
  Além disso, a família precisa enfrentar diferentes tipos de sentimentos. Principalmente porque é comum que a família da pessoa que está transicionando passe por uma espécie de luto por este ente que está se transformando, um processo que poucos entendem.
  Assim, os profissionais de Psicologia, assim como todos os profissionais que atuam em serviços de saúde voltados à população trans, devem ter um cuidado no contato com estas pessoas. Devem ser rede de apoio e fonte de informação, de forma a tentar preservar ao máximo os vínculos da família com a pessoa em transição.
  É importante também reconhecer episódios de violência motivados por preconceitos, de modo à fornecer opções a pessoa em transição, para que esta não se veja em uma situação de maior vulnerabilidade. Assim, promovendo uma rede de apoio.
  Além disso, é importante que os Psicólogos, enquanto classe, assim como outros profissionais da saúde, defendam políticas públicas que possam promover essa integração entre o processo de transição e a família, com o intuito de ir desvelando preconceitos, ensinando conceitos importantes e promovendo um ambiente seguro para as pessoas trans.
Essa semana, trazemos a indicação do documentário Laerte-se, lançado em 2017 e produzido pela Netflix.

O documentário, com duração de 1h40, acompanha uma série de conversas com Laerte Coutinho, cartunista e chargista que assumiu sua identidade trans aos 57 anos, tendo já reconhecimento público pelo seu trabalho e uma família extensa.
Durante a narrativa, Laerte traz um pouco da sua história e da sua visão em relação à transição, sua expressão de gênero e a relação desta com o corpo e os conflitos que provoca.
De forma leve, o documentário traz uma realidade dentre muitas sobre a questão do gênero, incitando reflexões acerca do tema.

O documentário está disponível na Netflix!
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Seguindo na temática do trimestre, a L.E.R. organizou a apresentação de algumas organizações que prestam apoio à população Trans. Entendemos a importância de divulgação desses espaços, por formarem a rede de apoio à essa população, que muitas vezes pode estar vulnerabilizada.
  • @ongsomos - ONG com base em Porto Alegre que realiza ações em Direitos Humanos com ênfase em direitos sexuais e reprodutivos de LGBTs.
  • @antra.oficial - Associação Nacional de Travestis e transexuais, rede de organização política de pessoas trans.
  • @andadireito - A maior plataforma LGBTQIAP+ do Brasil.
  • @g8generalizando - Serviço de Assessoria Jurídica Universitária - UFRGS.
  • @ongconstruindoigualdade - Casa de Acolhimento para pessoas LGBTQI+ em vulnerabilidade social, econômica e exclusão familiar em Caxias do Sul - RS.
No artigo "Diagnósticos benevolentes na infância: crianças trans e a suposta necessidade de um tratamento precoce", Favero e Machado articulam sobre as implicações que um diagnóstico de Incongruência de Gênero na Infância pode ter, principalmente em relação ao seu potencial patologizante, a partir das discussões emergentes na formulação da CID-11.


Continue lendo, abaixo:
   Nessa discussão, as autoras trazem a perspectiva de que um diagnóstico na infância não tem o mesmo valor estratégico que na adolescência e adultez, onde promove o acesso a políticas públicas na promoção de saúde e afirmação de gênero, mas traz uma individualização do sofrimento que pode existir na vida destas crianças, e arrisca o fomento de uma busca pela conformidade com a norma instituída sobre o que é ser homem ou mulher.
   Nesse sentido, se discute qual seria o papel do diagnóstico no tratamento precoce e que tratamento seria esse, uma vez que a infância já é defendida de violências e negligências em outras políticas de direitos, a exemplo do Estatuto da Criança e do Adolescente, e que a prática psicológica independe da existência de um diagnóstico. Ao defender que a proteção às crianças entendidas como trans deve-se ao diagnóstico na infância, arrisca-se colocar a transgeneridade como produtora do sofrimento, e não a cisheteronormatividade, trazendo como demanda clínica um problema que é estrutural.
   Além disso, é trazida a reflexão sobre como se dá a expressão de gênero na infância, ao pontuar que o ato de diagnosticar desvios da norma como Incongruência reforça o discurso normativo, uma vez que não há um diagnóstico cisgênero. Nesse sentido, o artigo se preocupa em pontuar como a prática psicológica pode promover uma aprofundada reflexão e visão crítica das normas de gênero instituídas, trazendo autonomia para estes indivíduos que "desviam" e possibilitando um desenvolvimento mais saudável e autônomo dessa identidade e expressão, que não se prende ao binarismo imposto.

Fonte: FAVERO, S. R.; MACHADO, P. S. DIAGNÓSTICOS BENEVOLENTES NA INFÂNCIA: CRIANÇAS TRANS E A SUPOSTA NECESSIDADE DE UM TRATAMENTO PRECOCE.
Iniciamos nosso segundo ciclo de estudos de 2022, com o tema: A Clínica com Crianças e Adolescente Trans!
A Psicologia, enquanto ciência, teve e ainda tem um papel histórico na marginalização de identidades e corpos trans, o que traz uma implicação ética na discussão e produção de conhecimento a fim de evitar a remarginalização e violência perpretada pelas ciências Psi.
Por compreendermos o potencial transformador que a Psicologia possui, nesse trimestre desenvolveremos estudos focados no atendimento clínico psicológico de crianças e adolescentes trans, com o objetivo de compreender as vulnerabilidades, potencialidades e demandas destes grupos.
Realizaremos o estudo de intervenções clínicas das vulnerabilidades mais vistas nesta população, segundo a prática e os referenciais teóricos sobre clínica da diversidade e como a Psicologia se encontra na interseccionalidade dos serviços necessários para promover um espaço seguro de acolhimento às pessoas trans.
Considerando nosso compromisso com a produção de uma Psicologia mais ética e implicada, compartilharemos um pouco das discussões promovidas pelo grupo, aqui e no Instagram, então nos acompanhe em mais esse período de estudos!
Na noite de 31/03/22 nos reunimos para celebrar o final do primeiro ciclo de estudos de 2022 com o evento SOS Psi: A Formatura chegou, para onde vou? Tivemos como convidada a Psicóloga Clínica Natália Coimbra Ribeiro, Mestra em Psicologia Clínica!
A palestrante compartilhou conosco os primeiros passos para o início da carreira em Psicologia Clínica, desde questões técnicas de registro profissional e impostos referentes ao trabalho autônomo, como dicas e orientações sobre realização dos atendimentos.

Perdeu esse encontro e gostaria de conferir o conteúdo? Esse evento foi gravado e estará disponível em breve no canal do Youtube da SPRGS: youtube.com/SPRGS.

O atendimento psicológico online é uma realidade muito presente em nosso cotidiano pelos últimos dois anos, devido à pandemia de Covid-19. Mas você sabia que o atendimento psicólogico através de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) foi regulamentado antes da pandemia, em 2018, através da resolução CFP  nº 11/2018?
Nesta resolução, regulamenta-se as práticas psicológicas permitidas nesse modelo de atendimento, além de práticas vedadas pelo Sistema Conselhos, onde o atendimento mediado por TICs não é recomendado.
Além disso, é apresentado o Casdatro e-Psi, obrigatório para realização da prestação de serviços psicológicos online. O Cadastro é feito pelo site: https://e-psi.cfp.org.br e avaliado pelo CRP onde o profissional está cadastrado.
Quer saber mais sobre a regulamentação do atendimento online?
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PRIMEIRO EVENTO DA L.E.R. DE 2022.
Para comemorar o final de nosso trimestre de estudos, a L.E.R. promove o evento "SOS PSI: A Formatura chegou, para onde vou?"
Nesse trimestre estudamos a perspectiva de carreiras dentro da Psicologia, e este evento tem a finalidade de discutir o início da prática clínica, seus aspectos éticos e legais e como se dá o exercício da profissão nesse contexto pós-formatura, assim como seus primeiros passos!

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No semestre 2022/1 a L.E.R. selecionou novos ligantes e também acolheu novos estagiários da SPRGS!
Assim, gostaríamos de apresentar atual formação (confira abaixo).

Que este seja um semestre de grandes trocas e produções coletivas na Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS!
- Mercedes Strider, psicóloga clínica, graduada pela ULBRA/Guaíba e Coordenadora Geral da L.E.R.
- Tiago Ribeiro, psicólogo clínico, graduado pela ULBRA/Guaíba e Coordenador Geral da L.E.R.
- Denise Süss, psicóloga clínica graduada pela Unisinos e Coordenadora da Comissão Administrativa.
- Tatiana da Silva de Souza, estudante de Psicologia do 8º semestre na UniRitter e membro da Comissão Administrativa.
- Loiva Reinhardt da Cruz, estagiária da SPRGS, estudante de Psicologia do 8º semestre na IMED e membro da Comissão Administrativa.
- Stéphanie da Selva Guimarães, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e Coordenadora da Comissão de Produção Científica.
- Luísa Chaves de Faria Brasil, psicóloga clínica graduada pela PUCRS e membro da Comissão de Produção Científica.
- Luís Leonardo Maciel Ferreira, estágiario da SPRGS, estudante de Psicologia do 8º semestre na Faculdade Mário Quintana e membro da Comissão de Produção Científica.
- Fernanda Maciel de Quadros, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e Coordenadora da Comissão de Extensão.
- Eduarda Silva Fontan, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e membro da Comissão de Extensão.
- Alice Touguinha Weidle, psicóloga clínica, graduada pela PUCRS e membro da Comissão de Extensão.
- Luana Gonçalves Geraldo, estudante de Psicologia do 8º semestre na PUCRS e Coordenadora da Comissão de Comunicação.
- Emanuelle da Rosa Fagundes, psicóloga clínica, graduada pela Unisinos e membro da Comissão de Comunicação.
- Nívia Rocha Silveira, psicóloga clínica, graduada pelo Centro Universitário Cesuca e membro da Comissão de Comunicação.
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O Sistema Conselhos tem por objetivo orientar, fiscalizar e regulamentar o exercício da profissão de psicólogo. Considerando isso, em 2019, foi publicada a cartilha "Psicoterapia na Prática: cartilha de orientação" com o objetivo de reunir informações pertinentes às questões técnicas e éticas que envolvem o exercício da prática clínica em Psicologia.

Você que é recém-formado ou que está iniciando na clínica e tem dúvidas sobre as questões mais técnicas desse campo, vale a pena conferir!
No dia 15/fevereiro a L.E.R. recepcionou os novos Ligantes, selecionados em 2022/1!

Desejamos boas-vindas à vocês:
Alice Weidle, Cléber Melo, Eduarda Fontan, Emanuelle Fagundes, Luísa Brasil, Nívia Silveira e Tatiana Souza!

Que possamos construir muito conhecimento em conjunto!
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Começamos mais um trimestre de estudos na L.E.R!
Com o objetivo de produzir reflexão sobre o que é ser psicólogo e como este se insere no mercado de trabalho, nesse trimestre estaremos estudando as possibilidades que a formação oferece.
Considerando a formação da Liga, também buscamos a troca de experiências que obtivemos na formação, a fim de enriquecer a discussão.

Tem interesse em descobrir os diversos campos de atuação em Psicologia? Nos acompanhe em mais esse trimestre de estudos!
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Saúde mental é um assunto que tem sido muito discutido, em especial a relação entre saúde mental e produtividade.

Continue lendo, abaixo:
    O modelo econômico no qual vivemos atualmente é caracterizado por uma constante exigência de produção, atualização de conhecimentos e descaracterização das relações comunitárias através da competitividade. O ser humano tem necessidades psicológicas muito específicas, e a forma como cada pessoa lida com seu contexto é diferente.
    Sendo assim, muitas pessoas têm dificuldade em lidar com estas exigências e acabam sucumbindo a mal-estares psicológicos, como a Síndrome de Burnout, que é atualmente considerada uma doença ocupacional, caracterizada pelo extremo cansaço físico e mental em relação às atividades laborais.
    Considerando isso, pode-se dizer que a exigência de produtividade afeta nossa saúde mental da mesma forma que a saúde mental afeta a produtividade. Nossa relação com o trabalho tem grande impacto em nossa saúde mental, considerando todas as horas que passamos exercendo atividades laborais.
    Por este motivo, é de extrema importância que tenhamos períodos de lazer e o afastamento pleno de nossas atividades laborais para garantir o equilíbrio necessário para uma boa qualidade de vida e uma boa produtividade também.
    O cultivo de bons relacionamentos dentro e fora do ambiente de trabalho a fim de estabelecer uma forte rede de apoio também é uma medida importante a se considerar. Além disso, têm-se mostrado cada vez mais importante a conexão do trabalhador com as atividades que este realiza e o sentido do trabalho.
    Considerando este início de ano, você já parou para avaliar como está sua saúde mental e como está sua relação com as constantes demandas de produtividade? Tem pensado em como priorizar sua saúde mental em suas metas de 2022? Conta pra gente!
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Gostaria de entender mais sobre a L.E.R.?
Confira neste post!
Lembrando que estamos com vagas abertas até 28.01.2022.
- Informações e inscrições pelo e-mail: secretaria@sprgs.org.br
- Maiores informações e detalhes de como participar da seleção, confira:
A Liga de Estudantes e Recém-Formados da SPRGS seleciona novos ligantes para o semestre 2022/1!
As inscrições estão prorrogadas até dia 28/01/22. Ficou interessado? Siga as instruções:
  • Envie para o e-mail: secretaria@sprgs.org.br currículo e carta de apresentação breve, com o assunto do e-mail: Seleção L.E.R.
IMPORTANTE:
  • Pessoas não-sócias da SPRGS podem participar da seleção, mas se selecionadas deverão associar-se obrigatoriamente para ingressar na L.E.R.!
  • Os selecionados deverão ter disponibilidade para participar das reuniões semanais da L.E.R., que atualmente acontecem nas terças, das 17h às 18h30. Este horário está sujeito à alteração mediante concordância do grupo.
A Liga é um espaço coletivo de formação e produção de conhecimento, buscando a construção de uma Psicologia mais ética e implicada. Venha construir este espaço com a gente!
Inscrições abertas para a L.E.R., ingresso em 2022/1.
Convidamos estudantes de todos os níveis de graduação e profissionais recém-formados (até dois anos) para conhecerem e participarem da L.E.R.!
Fique atento as orientações:
  • Inscrições até 10 de janeiro/2022. Para se inscrever envie currículo e carta de apresentação breve para o e-mail secretaria@sprgs.org.br (assunto do e-mail: Seleção L.E.R.).
  • Não é necessário ser sócio para participar da seleção, mas se for selecionado(a) é necessário ingressar na categoria sócio estudante (estudantes de graduação) ou sócio aspirante (recém-formados).
  • Disponibilidade para participar das reuniões semanais e dos eventos organizados pela L.E.R. (on-line).
Não perca essa oportunidade! Venha fazer parte da liga para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes a Psicologia!
A Liga dos Estudantes e Recém-formados da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, apresenta através do “Se Liga”, informações sobre o que acontece e é produzido pela L.E.R.

Fique ligad@!
A comissão de comunicação, tem como objetivo, criar estratégias de interlocução dos conhecimentos produzidos pela L.E.R com a comunidade externa.
A comissão de extensão, tem em vista, desenvolver materiais que estejam alinhados aos interesses dos ligantes, e em consonância aos interesses da comunidade em geral, juntamente com a comissão científica, estimular o campo da pesquisa, da L.E.R, incentivando e desenvolvendo habilidades para o âmbito profissional.
Por fim, a comissão administrativa, é responsável pela organização da agenda de eventos e rotinas administrativas da liga.
Sprgs
Rua Felipe Neri, 414 conj 202 Auxiliadora
90440-150 Porto Alegre RS

51. 3331-8586
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Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul
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