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Se Liga
A Liga dos Estudantes e Recém-formados da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, apresenta através do “Se Liga”, informações sobre o que acontece e é produzido pela L.E.R.

Fique ligad@!
A comissão de comunicação, tem como objetivo, criar estratégias de interlocução dos conhecimentos produzidos pela L.E.R com a comunidade externa.
A comissão de extensão, tem em vista, desenvolver materiais que estejam alinhados aos interesses dos ligantes, e em consonância aos interesses da comunidade em geral, juntamente com a comissão científica, estimular o campo da pesquisa, da L.E.R, incentivando e desenvolvendo habilidades para o âmbito profissional.
Por fim, a comissão administrativa, é responsável pela organização da agenda de eventos e rotinas administrativas da liga.
Inscrições abertas para a Liga de estudantes e recém-formados da SPRGS.
Prazo de inscrição prorrogado para até 3 de agosto!
Venha fazer parte, para que juntos possamos discutir, refletir e produzir conhecimentos pertinentes à Psicologia.
Não perca essa oportunidade!
A violência doméstica se caracteriza, de acordo com o art. 5º da Lei Maria da Penha, como “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”.

É importante enfatizar que a violência psicológica pode “gerar graves problemas de natureza emocional e física, como dores crônicas, síndrome do pânico, depressão, tentativa de suicídio e distúrbios alimentares. Isto significa que a violência psicológica deve ser enfrentada como um problema de saúde pública pelos profissionais” (SILVA; COELHO; CAPONI, 2007, p.100).

Em nossa sociedade, a violência doméstica e familiar contra a mulher muitas vezes é velada por meio de expressões populares, como “em briga de marido e mulher não se mete a colher”.

A violência doméstica e familiar contra a mulher pode ocorrer de diferentes formas e cada uma delas será mais bem explicada na publicação da próxima semana, com o objetivo de auxiliar nos estudos para a discussão do dia 22/07/2020.
Referências:
BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006.
SILVA, L.; COELHO, E.; CAPONI, S. Violência silenciosa: violência psicológica como condição da violência física doméstica. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 11, n.21, p.93-103, 2007.
Segundo o art. 7º da Lei n° 11.340 de 07 de Agosto de 2006 - Lei Maria da Penha é entendido por formas de violência doméstica e familiar contra a mulher a:
Violência física: sendo qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal da mulher.
Violência psicológica: condutas que cause dano emocional e diminuição da autoestima; prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento da mulher; ou vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões.
Violência sexual: qualquer conduta que constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força.
Violência patrimonial: qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades.
Violência moral: qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.
BRASIL.Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006.
Com o intuito de discutir sobre a problemática da violência contra a mulher, no dia 22 de Julho aconteceu o evento intitulado “Isolamento social e violência contra a mulher – Quando ficar em casa se torna uma ameaça” organizado pela L.E.R. da SPRGS. As convidadas a palestrar, Psicóloga Simone Chandler Frichembruder e Assistente Social Maria Alice Gonçalves da Cruz, discorreram de uma forma sensível sobre seus conhecimentos e suas práticas envolvidas no assunto em questão. O objetivo do evento não foi o de esgotar o tema, mas de poder colocá-lo “em cena” devido a sua urgência ainda mais acentuada em tempos de isolamento social.
A Psicóloga Simone, dentre as suas importantes contribuições para a discussão levantou a questão do machismo presente na nossa cultura, onde estamos muitas vezes estamos tão imersos que não nos damos nem conta. Para, além disso, enriqueceu a noite falando sobre sua atuação no RAMO (Rede de acolhimento à mulher e ao ofensor).
A Assistente Social Maria Alice, dentre as valiosas informações apresentadas, falou sobre sua prática nas intervenções em situações de violência contra a mulher em um município pequeno. Falou sobre a grande diferença que existe entre as politicas públicas no “papel” e na realidade das cidades pequenas, em relação a estrutura e a rede por exemplo. Mas enfatizou o quanto os profissionais que estão envolvidos podem fazer a diferença.
Foi uma noite muito especial, que apesar de ser um tema pesado e delicado, as palestrantes transmitiram a importância que tem o profissional sensível, dedicado e interessado em transformar essa realidade.
Neste post do Se Liga (no Facebook) veja Informações de alguns locais que prestam apoio e acolhimento a vítimas de violência.
Fonte: GauchaZH - Segurança, 07/02/2020)
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