Psicodiagnóstico interventivo e dinâmica familiar: considerações a partir da clínica

Autores

  • Luciane Cristina de Oliveira Carnauba Universidade Estadual de Londrina
  • Manuela Almeida Kaster Universidade Estadual de Londrina
  • Maíra Bonafé Sei Universidade Estadual de Londrina
  • Amanda Lays Monteiro Inácio Universidade São Francisco

DOI:

https://doi.org/10.61085/2238-9709.2023.v12i2.460

Resumo

O psicodiagnóstico interventivo é uma prática clínica com características próprias, havendo interação contínua durante o processo de investigação e intervenção. Por este motivo, a prática tem, historicamente, contemplado contextos como o serviço-escola de Psicologia e o atendimento de crianças e suas respectivas famílias. O presente artigo relata e discute a experiência de atendimento de dois casos clínicos em um serviço-escola de Psicologia mediante o psicodiagnóstico interventivo. Com este fim, são ilustrados os casos de duas crianças, com oito e nove anos de idade e ressaltadas as especificidades dos recursos de genograma e espaçograma. Verificou-se por meio das considerações que o psicodiagnóstico interventivo é uma prática clínica essencial, pois permite não só a compreensão das queixas trazidas pelos pais ou responsáveis da criança, mas também o entendimento da dinâmica familiar em que esta se encontra inserida.

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Biografia do Autor

  • Luciane Cristina de Oliveira Carnauba, Universidade Estadual de Londrina

    Universidade Estadual de Londrina, Psicóloga da Clínica Psicológica da UEL, Londrina, Paraná.

  • Manuela Almeida Kaster, Universidade Estadual de Londrina

    Mestranda em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, Londrina, Paraná.

  • Maíra Bonafé Sei, Universidade Estadual de Londrina

    Pós-Doutorado em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Professora Associada do Departamento de Psicologia e Psicanálise da Universidade Estadual de Londrina, UEL, Londrina, Paraná.

  • Amanda Lays Monteiro Inácio, Universidade São Francisco

    Psicóloga. Doutora em Psicologia pela Universidade São Francisco (USF); professora assistente do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências e Letras, Assis, São Paulo.

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Publicado

06-09-2024

Edição

Seção

Relatos de experiência

Como Citar

Psicodiagnóstico interventivo e dinâmica familiar: considerações a partir da clínica. (2024). Diaphora, 12(2), 73-78. https://doi.org/10.61085/2238-9709.2023.v12i2.460