Estamos despolitizados?

Alcances da colonização neoliberal e outra forma de pensar política

Autores

DOI:

https://doi.org/10.61085/2238-9709.2025.v14i2.549

Palavras-chave:

Política, Neoliberalismo, Despolitização, Colonização, Subjetividade

Resumo

No presente artigo, tomamos o neoliberalismo como objeto de nossas questões, mas nos propomos pensá-lo para além de sua vigência institucional nos regimes de distribuição de riquezas e bens materiais. Assim, realizamos um estudo teórico crítico a fim de tensionar como a política neoliberal veste roupagens capazes de desativar os arranjos políticos e seus efeitos na fabricação de novas formas de colonização social e de subjetividades. Para isso, inicialmente, desenvolvemos questões acerca do conceito de política, a partir de fronteiras epistêmicas possíveis entre Badiou, Dardot e Laval, Foucault e Safatle, o que nos permitiu tematizar sobre a produção da despolitização subjetiva em curso na gramática neoliberal e a importância da reinscrição de uma imaginação política tecida no comum das experiências e numa estética de cuidado de si.

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Biografia do Autor

  • Tatyane Marques Ferreira, Universidade de Pernambuco

    Psicóloga. Mestra em Psicologia pelo programa de Psicologia Práticas e Inovação em Saúde Mental (PRISMAL) pela Universidade de Pernambuco.

  • Gabriella Valle Dupim da Silva, Universidade de Pernambuco

    Psicanalista, membro da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP). Pós-doutoranda em Psychopathologie Université Rennes 2 – França. Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Práticas e Inovação em Saúde Mental (PRISMAL) da Universidade de Pernambuco (UPE) - Campus Garanhuns. Professora Adjunta da Unidade Acadêmica de Psicologia da UFCG, Campina Grande, PB. Doutora em Psychologie Université Rennes 2. Doutora em Psicologia UFRJ. Mestre em Psicologia UFRJ.

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Publicado

09-04-2026

Edição

Seção

Artigos teóricos

Como Citar

Estamos despolitizados? Alcances da colonização neoliberal e outra forma de pensar política. (2026). Diaphora, 14(2), e25206. https://doi.org/10.61085/2238-9709.2025.v14i2.549

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