Diagnóstico e intervenção precoce no autismo

relatos de práticas profissionais

Autores

  • Acríssio Luiz Gonçalves Centro Universitário UNA
  • Helen Aparecida Esteves
  • Jéssica Lorena de Morais
  • Jéssica Pâmela Alves da Silva Santana

DOI:

https://doi.org/10.29327/217869.10.1-5

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista é caracterizado por déficits ou prejuízos persistentes na comunicação e na interação social, comumente aliados a padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. O objetivo da presente pesquisa foi analisar o relato de práticas de profissionais psicólogos que atuam em casos de autismo. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas com nove psicólogas(os) atuantes em Minas Gerais e que realizam atendimento a crianças de 0 a 4 anos com risco e/ou diagnóstico de autismo, a partir da perspectiva da Análise do Comportamento Aplicada. Em geral, as(os) psicólogas(os) entrevistadas(as) apontaram a importância de compreender adequadamente o desenvolvimento infantil para que seja possível o rastreamento dos sinais de risco para o diagnóstico de autismo. Os(as) profissionais entrevistados (as) também destacaram que uma intervenção bem-sucedida requer o estabelecimento de um plano de trabalho que considere as especificidades de cada caso e que incentive os familiares na adoção de uma postura ativa no tratamento.

Biografia do Autor

  • Helen Aparecida Esteves

    Psicóloga pelo Centro Universitário Una. Cursa Pós-graduação em Intervenção ABA para Autismo e Deficiência intelectual no CBI of Miami.

  • Jéssica Lorena de Morais

    Psicóloga pelo Centro Universitário Una. Cursa MBA em Gestão de Pessoas: Carreiras, Liderança e Coaching pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

  • Jéssica Pâmela Alves da Silva Santana

    Psicóloga pelo Centro Universitário Una. Cursa Pós-graduação em Intervenção ABA para Autismo e Deficiência intelectual no CBI of Miami.

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Publicado

2021-08-25

Edição

Seção

Artigos